domingo ,9 dezembro 2018
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Sessão especial vai debater implantação de polo da Uepa na ilha de Outeiro

Proposta é que polo da Uepa em Outeiro seja implantado na sede da Funbosque. Foto:César Magalhães-DOL

Por unanimidade os vereadores de Belém aprovaram na sessão ordinária desta terça-feira,22, requerimento do vereador Mauro Freitas (PSDC) para a realização da sessão especial que vai discutir a implantação de um polo da Universidade do Estado do Pará (Uepa) na ilha de Caratateua,distrito de Outeiro, atendendo antiga reivindicação dos jovens moradores da ilha.

A proposta é que o polo da universidade estadual em Outeiro funcione nas instalações da Fundação Centro de Referência em Educação Ambiental Escola Bosque Professor Eidorfe Moreira no horário noturno, desta forma atendendo os estudantes que moram no distrito e enfrentam dificuldades de transporte para estudar em Belém.

De acordo com o autor do requerimento a discussão já foi iniciada e está bastante avançada, mas isso não inviabiliza  que o tema seja debatido pelo legislativo. ” Essa luta eu defendo desde o início do nosso mandato, inclusive já houve várias reuniões com presidentes que já passaram pela Funbosque, mas com a sessão especial nossa intenção é ratificar o apoio dessa Casa a essa iniciativa tão importante para o futuro dos jovens de Outeiro, além de cumprir o papel do legislativo que é fomentar a educação”, destacou Mauro Freitas.

ECA 28 anos

Também por unanimidade o plenário da Câmara de Belém aprovou requerimento da vereadora Simone Kahwage que propôs sessão especial a ser realizada no mês de junho,  em homenagem aos 28 anos de criação do Estatuto da Criança e do Adolescente. Aprovado no Congresso Nacional, o ECA é o marco legal que surgiu das reivindicações de movimentos sociais em defesa da ideia de que crianças e adolescentes são também sujeitos de direitos e merecem acesso à cidadania e proteção. O ECA foi publicado sob a lei federal nº 8069.

Para a vereadora o tema é sempre atual porque a cada ano aumentam as ocorrências de denúncias sobre abusos e violência contra crianças e adolescentes. “O ECA veio para proteger nossas crianças e jovens não só da violência, mas também da pornografia, do abandono. Mas pra isso, precisa ser efetivamente praticado nas famílias, nas escolas. Esse desafio ainda é muito grande. Por isso a discussão permanente é necessária”, defende Simone.

 

 

 

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