quarta-feira ,15 agosto 2018
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Centenário da Revolução Russa é lembrado em sessão solene na CMB

Um dos principais acontecimentos da história mundial, a Revolução Russa completa cem anos no próximo dia 7 de novembro e, antecipando-se à data, o vereador Fernando Carneiro (PSOL) realizou na tarde desta quarta-feira,25, uma sessão solene no plenário da Câmara Municipal de Belém, com direito à execução da Internacional Comunista pela Banda de Música da Guarda Municipal.

Independente de questões ideológicas a Revolução Russa é importante principalmente pelo fato de que a partir dos seus desdobramentos na segunda metade do século XX, o mundo se dividiu em dois sistemas político-ideológicos: o socialismo e o capitalismo.

O debate sobre esse fato histórico é fundamental para a compreensão do  mundo como o conhecemos hoje, na avaliação do vereador Fernando Carneiro. “A   câmara tem que estar aberta aos diversos movimentos sociais que compõem o cenário político da cidade e aqui dentro da casa mesmo, tem muita gente que se referencia na revolução russa, que foi o acontecimento que definiu o século xx. Quem é a favor e quem é contra, reconhece a importância desse evento pra história da humanidade”, afirmou.

Além de reverenciar o centenário da Revolução Russa, a sessão solene abriu espaço para o debate de ideias. ” Num momento em que se fala muito no fim das ideias socialistas, a  gente quer aqui fazer um ato pra saber se essas ideias permanecem atuais ou não. Eu, particularmente, acho que elas precisam ser renovadas, e que a experiência que aconteceu na União Soviética, de um socialismo com autoritarismo, não pode se repetir. O socialismo tem que rimar com  liberdade”, declarou Fernando Carneiro.

Para ele, a sociedade capitalista não resolve os problemas da humanidade. “Eu acredito que o socialismo permanece atual e que o capitalismo tem servido pra destruir a natureza e o homem. Eu creio que, corrigindo esses deslizes e desvios ocorridos nas ideias socialistas a gente possa manter viva essa chama porque cada pequena luta que a gente tem, seja pelo direito a moradia, ao transporte, à segurança  ou a  mais saúde e educação de qualidade, fazem parte de uma luta maior.O importante é conectar essas pequenas lutas numa luta maior que é a luta pela liberdade dos trabalhadores”, concluiu.

Durante a programação, houve ainda a apresentação do livro Stalin, do sociólogo Isaac Dutra, integrante da Executiva nacional do PSOL e da direção nacional do Movimento Esquerda Socialista e do professor e historiador José Alves Jr., que ministrou uma aula sobre todo o processo histórico que culminou na Revolução Russa de 1917.

Participaram da sessão solene a historiadora Araceli Lemos, presidente do PSOL municipal; Douglas Diniz, dirigente da corrente Luta Socialista e dirigente nacional do PSOL; Cleber Rabelo, ex-vereador de Belém e presidente do PSTU; Abel Ribeiro, professor e dirigente do Movimento por uma Alternativa Independente Socialista e João Santiago, professor da Universidade Federal do Pará e dirigente da Corrente Socialista dos Trabalhadores.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um dos principais acontecimentos da história mundial, a Revolução Russa completa cem anos e, para lembrar a data, o vereador Fernando Carneiro (PSOL) realizou na tarde desta quarta-feira,25, uma sessão solene no plenário da Câmara Municipal de Belém, com direito à execução da Internacional Comunista pela Banda de Música da Guarda Municipal.

Independente de questões ideológicas a Revolução Russa é importante principalmente pelo fato de que a partir dos seus desdobramentos na segunda metade do século XX, o mundo se dividiu em dois sistemas político-ideológicos: o socialismo e o capitalismo.

O debate sobre esse fato histórico é fundamental para a compreensão do  mundo como o conhecemos hoje, na avaliação do vereador Fernando Carneiro. “A   câmara tem que estar aberta aos diversos movimentos sociais que compõem o cenário político da cidade e aqui dentro da casa mesmo, tem muita gente que se referencia na revolução russa, que foi o acontecimento que definiu o século xx. Quem é a favor e quem é contra, reconhece a importância desse evento pra história da humanidade”, afirmou.

Além de reverenciar o centenário da Revolução Russa, a sessão solene abriu espaço para o debate de ideias. ” Num momento em que se fala muito no fim das ideias socialistas, a  gente quer aqui fazer um ato pra saber se essas ideias permanecem atuais ou não. Eu, particularmente, acho que elas precisam ser renovadas, e que a experiência que aconteceu na União Soviética, de um socialismo com autoritarismo, não pode se repetir. O socialismo tem que rimar com  liberdade”, declarou Fernando Carneiro.

Para ele, a sociedade capitalista não resolve os problemas da humanidade. “Eu acredito que o socialismo permanece atual e que o capitalismo tem servido pra destruir a natureza e o homem. Eu creio que, corrigindo esses deslizes e desvios ocorridos nas ideias socialistas a gente possa manter viva essa chama porque cada pequena luta que a gente tem, seja pelo direito a moradia, ao transporte, à segurança  ou a  mais saúde e educação de qualidade, fazem parte de uma luta maior.O importante é conectar essas pequenas lutas numa luta maior que é a luta pela liberdade dos trabalhadores”, concluiu.

Durante a programação, houve ainda a apresentação do livro Stalin, do sociólogo Isaac Dutra, integrante da Executiva nacional do PSOL e da direção nacional do Movimento Esquerda Socialista e do professor e historiador José Alves Jr, que ministrou uma aula sobre a Revolução Russa ao público presente.

Participaram da sessão solene a historiadora Araceli Lemos, presidente do PSOL estadual; Douglas Diniz, dirigente da corrente Luta Socialista e dirigente nacional do PSOL; Cleber Rabelo, ex-vereador de Belém e presidente do PSTU; Abel Ribeiro, professor e dirigente do Movimento por uma Alternativa Independente Socialista e João Santiago, professor da Universidade Federal do Pará e dirigente da Corrente Socialista dos Trabalhadores.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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One comment

  1. O $ público aceita desaforo mesmo hein? Punhos ao alto e homenagens a um sistema que nunca deu e nunca dará certo por aniquilar o livre arbítrio das pessoas e igualar o povo na miséria total…. Claro que os “líderes” vivem na opulência… O povo de Belém deve estar muito feliz com isso…

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