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Belém ganha data no calendário oficial para conscientização do HIV

O exame para o diagnóstico é rápido e simples / Foto: Agência Pará

De autoria do vereador Fernando Carneiro (PSOL), a Câmara Municipal de Belém aprovou hoje, 2, em sessão ordinária, o projeto de lei que institui o “Dezembro Vermelho”, como mês de conscientização e prevenção do HIV e demais infecções sexualmente  transmissíveis. De acordo com o projeto, fica o poder público autorizado a realizar, durante o mês de dezembro, um conjunto de ações preventivas direcionadas ao enfrentamento da epidemia do HIV, com foco na conscientização, prevenção, assistência, proteção e promoção dos direitos humanos das pessoas vivendo com HIV e demais infecções sexualmente transmissíveis.

A intenção é sensibilizar os diversos segmentos da sociedade sobre o papel do cidadão como agente de combate nesse grave problema de saúde pública. O símbolo a ser utilizado será um laço na cor vermelha. Durante o período será realizada uma sessão especial na CMB com o objetivo de promover amplo debate sobre o tema. A data será o primeiro dia útil de dezembro.

Vereador Fernando Carneiro, autor do projeto

Argumentando que, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil mais de 530 mil pessoas convivem com o vírus HIV, sendo que deste total 30%  não têm conhecimento disso em tempo de fazer o tratamento da doença, Fernando Carneiro ressaltou a urgência de medidas preventivas para conter o avanço da Aids no país. Ele disse que o Dezembro Vermelho em Belém acompanha a lei federal que instituiu o mês de dezembro como mês de combate à Aids, sendo que o dia 1º  de dezembro foi instituído pela ONU como Dia Mundial de Combate à Aids.

A vereadora Marinor Brito, também da bancada do PSOL, reforçou as declarações de Carneiro dizendo que os dados oficiais da Secretaria de Estado de Saúde do Pará comprovam o “crescimento vertiginoso” de casos da doença no estado. ” A Aids está aumentando especialmente entre os homens, na adolescência e isso se dá pela falta de políticas públicas efetivas  de prevenção, que hoje são feitas quase que exclusivamente por organizações não governamentais”, afirmou a parlamentar.

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